sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Pudim de Morango

Olá meninas ....
Sabe aqueles dias que você acorda pensando em doce ??? 
Poisé, abri a geladeira e vi meus moranguinhos ali ... vermelhinhos ... pensei numa torta, mas queria algo diferente, então lembrei dessa receitinha aqui.
Espero que gostem também !!! 
Enjoy !!!!
PUDINZINHO DE BAUNILHA E MORANGOS




Rendimento: 8 potinhos de cerca de 90ml
Tempo de preparo: 40 minutos + 1 hora de geladeira


Ingredientes

  • compota
cerca de 20 morangos orgânicos, cortados em quartos
1/4 xic. açúcar cristal orgânico

  • pudim
1 1/2 xic. creme de leite fresco
1 1/2 xic. leite integral
1 colh. (chá) extrato natural de baunilha
1/2 xic. açúcar cristal orgânico
1/4 xic. menos 1 colh. (chá) amido de milho
1/4 colh. (chá) rasa de sal


Preparo

Coloque os morangos e o açúcar em uma panela pequena e leve a fogo médio, mexendo de vez em quando com uma colher de pau para que o açúcar não grude no fundo. Quando os morangos começarem a soltar líquido, abaixe o fogo para mínimo e deixe cozinhando, destampado, por uns 10 minutos, mexendo de vez em quando, até que os morangos estejam se desmanchando e o líquido em torno deles esteja vermelho-vivo e quase tão espesso quanto geleia. Desligue o fogo e reserve.
Em uma tigela, misture o creme de leite e o leite. Reserve. Em uma panela de fundo grosso, misture o amido, o açúcar, a baunilha e o sal.
Junte 1/3 xic. da mistura de creme de leite e leite e misture até formar uma pasta homogênea.
Junte o restante do creme e ligue o fogo médio, mexendo sempre com uma colher de pau até que comece a ferver e engrossar. Reduza o fogo e deixe ferver, mexendo, por 1 minuto.
Divida o pudim entre os potinhos. Pegue a compota de morangos e distribua cerca de 1 1/2 colh. (sopa) de compota em cada potinho. Com o cabo de uma colherzinha de café, misture ligeiramente a compota ao pudim. Leve à geladeira por no mínimo 1 hora antes de servir.










http://www.lacucinetta.com.br/2010/08/pudinzinho-de-baunilha-e-morangos.html

Beijos mil ....

Josie Rumualdo

domingo, 15 de agosto de 2010

Hummmm ... sopinha !!!!



Olá meninas ....

Eu adoro essas sopinhas de inverno, não tem nada melhor do que um caldinho quentinho para nos esquentar nesse friozinho de agosto.

Encontrei essa receita diferente e quis compartilhá-las com vcs.

Enjoy !!!!


Sopa de abóbora com curry, gengibre e leite de coco


(ligeiramente adaptada da revista francesa Saveurs)
Tempo de preparo: 40 minutos
Rendimento: 3-4 porções


Ingredientes

Aprox. 500g de abóbora em cubinhos, pesada já sem casca e sem sementes
1 colh. (sopa) rasa de curry
1 colh. (chá) gengibre fresco ralado (ou 1/2 colh. (chá) gengibre em pó)
500ml de caldo de legumes
1 cebola pequena, picada
100ml leite de coco
30g manteiga
sal a gosto
Coentro fresco para guarnecer


Preparo

1. Derreta a manteiga em uma panela média. Refogue a cebola em fogo baixo até que fique translúcida, por uns 3 minutos.

2. Junte o curry e o gengibre e refogue, mexendo bem, por 1 minuto. Junte os cubos de abóbora e misture bem por uns 2 minutos.

3. Junte o caldo e o leite de coco, deixe o fogo no mínimo e cozinhe por cerca de 20 minutos, até que a abóbora esteja bem macia.

4. Espere esfriar um pouco para passar no liquidificador, ou passe imediatamente por um passa-verdura (processador manual). Volte para a panela, tempere com sal a gosto e sirva imediatamente com coentro picado.





Beijos mil ....
Josie Rumualdo.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A Fisioterapia na Incontinência Urinária






A incontinência urinária é um problema bastante comum. Estima-se que mais da metade das mulheres entre 45 e 65 anos apresenta algum tipo de incontinência urinária. Apesar de sua alta freqüência é um assunto pouco discutido, até mesmo nas consultas médicas devido a vergonha ou a idéia de que algo inevitável do envelhecimento.

Existem 2 tipos de incontinência urinária mais comum:

  • Incontinência urinária de esforço 
  • Incontinência urinária de urgência 


Incontinência Urinária de Esforço
É a perda involuntária de urina que ocorre durante os momentos de atividade física, tais como tosse, risadas, espirros, carregar peso, subir escadas, exercícios etc, e ocorre sem aviso prévio. Mudanças físicas resultantes da gravidez, parto, e menopausa freqüentemente causam a incontinência de esforço. Esta é a forma mais comum de incontinência nas mulheres.

Ela pode piorar durante a semana anterior ao período menstrual. Durante esse período, os menores níveis de estrógeno podem levar a uma menor pressão muscular em torno da uretra, aumentando as chances de vazamento. A incidência de incontinência de esforço aumenta após a menopausa.


Incontinência de Urgência

Envolve um súbito e forte desejo de urinar seguido imediatamente de uma contração involuntária da bexiga, resultando em perda de urina. Ela pode ocorrer durante o sono, após beber pequena quantidade de água, ou quando a pessoa ouve o barulho de água.

Ações involuntárias dos músculos da bexiga podem ocorrer devido a danos nos nervos da bexiga, no sistema nervoso, ou nos próprios músculos. Esclerose múltipla, doença de Parkinson, doença de Alzheimer, AVE (derrame), traumas e cirurgias podem lesar os nervos ou músculos da bexiga.

A fisioterapia uroginecológica vem desempenhando um papel muito importante no tratamento da Incontinência Urinária de Esforço, mostrando sua eficácia através de evidências práticas e científicas.

Uma avaliação inicial é necessária para a programação do tratamento a ser realizado.


Os recursos utilizados são

Cinesioterapia: tratamento através de exercícios para o aumento de força e elasticidade muscular. Esta técnica contribui para melhora da percepção corporal, ajuste postural e melhora do padrão respiratório.

Cones vaginais: são pesos graduados, de forma e volumes iguais (parecidos com tampões), que são inseridos na vagina. A paciente realiza uma contração resistida para não deixá-los escapar e, conseqüentemente, aumenta a força dos músculos do períneo. Esse é o princípio do pompoarismo.




Eletroestimulação: através de corrente elétricas, são realizadas contrações repetidas dos músculos do períneo. A intensidade é ajustada individualmente e os estímulos são delicados e totalmente tolerados pelas pacientes.





Todos os materiais são de uso individual, descartáveis ou corretamente desinfetados e esterilizados.




Até a próxima !!!





Beijos mil ...
Dra. Josie Rumualdo.

domingo, 8 de agosto de 2010

Semana Mundial da Amamentação - Amamentação especiais





Amamentando gêmeos

A maioria da mulheres tem produção de leite suficiente para amamentar gêmeos. Lembramos que um bebê que nasce a termo habitualmente se satisfaz em mamar apenas um peito.

A grande dificuldade enfrentada pela mãe de gêmeos é o cansaço físico por ter que cuidar de dois bebês que exigem atenção e cuidados constantes e especiais, além de realizar os afazeres domésticos.

O companheiro e os familiares devem apoiar a mãe, ajudando nas tarefas do lar e em alguns cuidados com os bebês. A mãe deve solicitar ajuda dos profissionais de saúde para amamentar os dois bebês simultâneamente, de modo que sobre mais tempo para seu descanso. Uma boa forma de fazê-lo é utilizar a posição invertida. No entanto, algumas mães preferem amamentar um bebê de cada vez.


O que você deve fazer ?

Procurar posições mais cômodas de amamentação para evitar o cansaço.
Estimular o bebê de menor peso ou mais sonolento a mamar em intervalos menores.
Procurar descansar entre as mamadas.
Ter uma alimentação equilibrada.



Amamentação de bebês com fenda labial (lábio leporino) e fenda palatina 

Alguns bebês possuem fendas nos lábios e nas gengivas e outros apresentam lesões mais extensas, atingindo o palato (céu da boca) bilateralmente (em ambos os lados). Os bebês com grandes fendas palatinas enfrentam problemas na pega, podem não encontrar apoio adequado para os movimentos da língua e não fazer suficiente pressão na mama.

A fenda labial é normalmente corrigida cirurgicamente por volta dos 3 meses; e a fenda palatina, a partir dos 9 meses.


O que você deve fazer ?

Evitar colocar o bebê faminto para mamar no peito. Nesse caso, oferecer leite materno ordenhado para acalmá-lo antes de o levar ao peito.
Oferecer o leite ordenhad em copinho, xícara ou colher. A sonda deve ser usada apenas em alguns casos especiais.
Amamentar em posição mais vertical, para que o nariz do bebê fique livre. Assim, o bebê engasga com menos frequência.
Utilizar a posição de cavaleiro para amamentar, pois facilita a pega. Quando a posição adequada é adotada e o bebê consegue abocanhar grande parte da aréola mamária, esta tampará a fenda, evitando possível aspiração de leite.
Se desejar, tampar a fenda labial com um esparadrapo especial (micropore), para proporcionar uma pega melhor.
Consultar um fonoaudiólogo, especializado no tratamento de bebês fissurados para aprender como realizar exercícios para fortalecer a musculatura por dentro e por fora da boca do bebê, o que ajudará muito na sucção.


Amamentação do bebê com problemas neurológicos

Os bebês que sofreram asfixia ao nascer (baixa quantidade de oxigênio no cérebro) podem apresentar dificuldades para coordenar os atos de sugar, engolir e respirar, ficando predispostos à aspiração de leite. Nos casos mais severos de asfixia ao nascimento, o bebê costuma ficar em jejum durante cerca de 48 horas, para que possa ser mais bem observado pela equipe médica até sua estabilização clínica.

O que você deve fazer ?

Ordenhar e armazenar o seu leite.
Iniciar a ordenha o quanto antes. O colostro (primeiro leite produzido pela mãe) é fundamental para a saúde do bebê. Frequentemente, o leite é oferecido por sonda, dependendo das condições do bebê.
Consultar um fonoaudiólogo especializado, caso o bebê apresente dificuldade para sugar. Esse profissional está habilitado a orientá-lo na estimulação intraoral (colocando o dedo mínimo na boca do bebê) antes de cada alimentação.


Amamentação do bebê com refluxo gastresofágico

Refluxo gastresofágico é o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago. Ele pode ser considerado uma característica normal no bebê, porém há casos que apresentam repercussões na saúde da criança, como ganho de peso inadequado e aspiração de leite para os pulmões. Para evitar tais consequências, o bebê necessita de alguns cuidados especiais.


O que você deve fazer ?
Amamentar o bebê em posição mais vertical.
Após as mamadas, manter o bebê em posição vertical elevada por aproximadamente 30 minutos.
Evitar balançar o bebê após as mamadas.
Evitar trocar as fraldas após a alimentação.
Durante a troca de fraldas, procurar não erguer as pernas do bebê para não aumentar a pressão no abdome, o que pode provocar a regurgitação e o refluxo.
Colocar o bebê para dormir em berço com a cabeceira elevada a 30 graus.
Acompanhar o ganho de peso do bebê em intervalos mais curtos, a cada 2 semanas.




Até a próxima !!!!





Bjos mil ....
Dra. Josie Rumualdo.




















sábado, 7 de agosto de 2010

Semana Mundial da Amamentação - Armazenando o leite materno




Como armazenar o leite materno ordenhado?

Os recipientes utilizados para armazenar o leite materno devem ser de vidro e com tampa de plástico (como os de café solúvel ou maionese).
Os vidros podem ser fornecidos já esterelizados por um Banco de Leite Humano.
Os recipientes podem também ser lavados e fervidos em casa. Para isso, coloque-os em uma panela, com a água encobrindo todos os recipientes, e mantenha durante 15 minutos (tempo contado após o início da fervura). Caso os vidros tenham uma tampa de papel sob a tampa plástica, ela deve ser retirada e desprezada.



Por quanto tempo o leite materno ordenhado pode ficar guardado?


O leite materno pode ser conservado em:
  • geladeira: na prateleira superior , por até 12 horas; 
  • congelador da geladeira: por 5 dias; 
  • freezer: por, no máximo, 15 dias. Se for pasteurizado em um Banco de Leite Humano, pode ser estocado no freezer durante 6 meses. 




Por que é importante manter a refrigeração ou o congelamento do leite materno ordenhado?
Quando o leite materno é conservado em baixas temperaturas, evita-se a proliferação de micro-organismos, resultando em um produto de boa qualidade e que não oferece risco à saúde do bebê.

No armazenamento do leite materno, devem-se considerar as seguintes temperaturas:

  • produto refrigerado: máximo de 5° C; 
  • produto congelado: máximo de -1°C. 


Como transportar o leite materno ordenhado?
Em caso de necessidade, o leite ordenhado deve ser transportado em isopor de material liso, resistente, impermeável, de fácil limpeza e, se possível, acondicionado com gelo reciclável.

  • Fórmula do gelo reciclável
  • Glicerina líquida: 200ml
  • Álcool: 200ml
  • Água: 600ml

Modo de preparo

Colocar a mistura no congelador ou freezer por um período aproximado de 12 horas. O gelo pode ser preparado em saco plástico resistente, vedado e de fácil limpeza.


Como descongelar o leite materno ordenhado?
  • Para descongelamento lento: retirar o leite do congelador ou freezer e colocá-lo na geladeira. 
  • Para descongelamento rápido: colocar o recipiente em banho-maria ou no forno de micro-ondas. 


Como oferecer o leite ordenhado ao bebê?



  • Após o descongelamento e antes de alimentar se bebê, aquecer em banho-maria apenas a quantidade de leite que o bebê costuma tomar em cada mamada. 
  • Antes de oferecer ao bebê, movimentar o frasco lentamente para homogeneizar, ou seja, misturar os diversos componentes do leite materno. 
  • Para oferecer o leite, utilizar um copinho ou colherinha previamente esterelizados. 
  • Como usar o copinho na alimentação de bebês em aleitamento materno? 
  • Em situações em que a mãe que está amamentando necessita se ausentar e não pode levar seu filho junto, o uso do copinho é um método de alimentar seu bebê com leite materno ordenhado. 


O que você deve fazer ?
  • Utilizar copinho (ou xícara) resistente, que não tenha nenhuma saliência em seu rebordo e que possa ser lavado e fervido, por exemplo, uma xícara de cafezinho ou um copo de aguardente. 
  • Lavar o copinho (ou xícara) com água e sabão, colocar em uma panela com água encobrindo-o e fervê-lo por 15 minutos (tempo contado após o início da fervura). 
  • Colocar o leite somente até a metade do copinho (ou xícara), para que seja mais fácil posicionar o copo sem derramar o leite. 
  • Sentar-se com os pés apoiados no chão e acomodar o bebê em seu colo, na posição sentada ou semi-sentada. 
  • Proteger a cabeça do bebê com a sua mão espalmada na base do crânio e nuca dele (polegar e indicador formando um C). A cabeça do bebê deve formar um ângulo de aproximadamente 45° com o pescoço. 
  • Encostar a borda do corpo no lábio inferior do bebê e movimentar o copinho para que o leite toque o lábio. Quando o bebê abrir a boca, colocar a borda do copinho (ou xícara) abaixo da língua dele. Ele pode buscar o leite com a língua dentro do copinho, como um "gatinho". O bebê faz movimentos de lambida do leite, seguidos de deglutição. 
  • Virar o leite somente quando o bebê movimentar a língua, lábio ou bochecha, mostrando que está pronto para ser alimentado. Não despejar o leite na boca do bebê !!! 
  • Após finalizar, colocar o bebê para arrotar. 







Até a próxima !!!!





Beijos mil ....
Dra. Josie Rumualdo.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Semana Mundial da Amamentação - Leite materno ordenhado


Por que retirar (ordenhar) o leite do peito?
A mãe pode ordenhar seu leite por várias razões:
  1. Aliviar o peito muito cheio e evitar empedramento do leite e problemas nas mamas;
  2. Manter a lactação (produção do leite) enquanto o bebê não puder mamar ou a mãe estiver impossibilitada de amamentar por motivo de viagem, trabalho, estudo, passeio, internação entre outros;
  3. Coletar o leite para alguém oferecer ao bebê enquanto estiver ausente por diversos motivos.
Como ordenhar o leite materno?

O leite deve ser ordenhado depois da mamada ou quando as mamas estiverem muito cheias. A melhor maneira de retirar o leite é com as mãos.



Passos para realizar a ordenha manual
O que você deve fazer

  • Escolher um local tranquilo e limpo e sentar-se confortavelmente próxima a uma mesa, longe de animais, lexeiras e sanitários.
  • Retirar pulseiras e anéis, prender os cabelos com uma touca e colocar uma máscara cirúrgica sobre o nariz. Caso você não tenha uma máscara, pode utilizar um pano limpo ou, até mesmo, uma fralda de pano. Esse cuidado é importante, principalmente se você estiver resfriada.
  • Lavar bem as mãos e braços até o cotovelo com água e sabão neutro.
  • Lavar o peito apenas com água.
  • Enxugar as mãos e as mamas com uma toalha limpa.
  • Evitar conversar enquanto estiver extraindo o leite.
  • Desprezar os primeiros jatos em um pano limpo.
  • Abrir o recipiente de vidro e colocar a tampa com a abertura para cima, sobre a mesa forrada com um pano limpo.
  • Segurar o recipiente de vidro, previamente esterilizado (fervido por 15 minutos), próximo à mama.
  • Massagear a mama em todos os sentidos com as palmas das mãos e,  em seguida, sacudi-la gentilmente para facilitar a saída do leite.
  • Colocar o polegar na mama, acima da região de transição onde acaba a parte escura da aréola, e os dedos indicador e médio abaixo do mamilo e aréola, em posição oposta ao polegar. Você deve sustentar o seio com os seus outros dedos.
  • Firmar os dedo e empurrar para trás, em direção ao corpo. Deve-se ter o cuidado de não pressionar excessivamente para não bloquear os ductos lactíferos, impedindo a saída do leite. Faça movimentos ritmados, pressionando e soltando a região indicada várias vezes. Não é necessário espremer a mama interia.
  • Fazer o mesmo procedimento a partir dos lados, para assegurar que o leite seja retirado de todas as partes da mama.
  • Evitar esfregar e escorregar os dedos sobre a pele e espremer os mamilos. O leite está armazenado nos seios  lactíferos, sob a aréola. Por isso, pressionar ou puxar o mamilo não irá extrair o leite, além de machucar a mama. Se sentir dor durante a ordenha, a técnica pode estar incorreta.
  • Após finalizar a coleta, fechar bem o recipiente para evitar que o leite fique impregnado com cheiro de alimentos da geladeira ou freezer.
  • Anotar na tampa do recipiente a data em que iniciou a coleta e guardar no freezer ou geladeira.



Coloque o polegar e o indicador na aréola e comprima contra a parede do tórax.

Pressione a aréola por trás do mamilo entre o indicador e o polegar


E pressione nas laterais para retirar o leite de outros segmentos









NUNCA FAÇA



Até a próxima !!!

Beijos mil ....
Dra. Josie Rumualdo. 


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Semana Mundial da Amamentação - Problemas nas mamas - II



Peito muito cheio ou peito empedrado (ingurgitamento mamário)


Peito muito cheio
O peito muito cheio ocorre geralmente nos primeiros dias após o parto, como resultado do aumento do volume de leite nas mamas (apojadura) que antecede a descida do leite. Pode também ocorrer em qualquer outro período da amamentação, se o leite ficar acumulado no peito sem ser retirado (ordenhado).

A mãe sente a mama cheia, pesada, um pouco quente, a aréola fica tensa e o bico do peito fica quase plano, devido ao aumento do volume do leite. No entanto, não há sinais de vermelhidão ou inchaço.

O leite sai do peito facilmente quando a mama é massageada, balançada, pela retirada manual do leite ou por sucção pelo bebê, resolvendo rapidamente o quadro.


Peito empedrado
É o acúmulo de leite em regiões da mama que não são bem esvaziadas, provocando dor à pressão e a sensação de endurecimento local.

Como evitar e como tratar?

  • Massagear, com movimentos circulares, toda a mama principalmente as regiões onde o leite está empedrado. A massagem facilita a saída do leite, além de estimular a produção do hormônio responsável pela descida do leite (ocitocina). A massagem também pode ser feita durante o banho com água em temperatura morna, o que ajuda na liberação do leite 
  • Balançar o peito gentilmente faz o leite que está sob a forma de gel no peito ficar líquido e facilita sua saída. 
  • Se a aréola estiver tensa, extrair o leite antes da mamada para facilitar uma boa pega e uma sucção adequada. 
  • Colocar o bebê para mamar em "posição invertida", o que facilita o esvaziamento da mama na região em que o leite se acumula. 
  • Amamentar com mais frequência e sem duração ou horários fixos, adotando o regime de livre demanda. 
  • Se, após a mamada, sentir que o peito ainda está cheio, extrair o leite para que ele não "empedre". 
  • Se necessário, usar medicamentos contra a dor. 
  • Fazer repouso. 
  • Usar sutiãs confortáveis, com base e as alças firmes e largas para manter as mamas elevadas e aliviar a dor. 


Ductos lactíferos bloqueados

Os ductos lactíferos são pequenos canais que transportam o leite no interior da mama. O bloqueio de ductos lactíferos ocorre quando o leite produzido numa determinada área da mama não é esvaziado adequadamente. Pode ocorrer também quando se usa um sutiã muito apertado. As mães apresentam nódulos localizados (como se fossem caroços), muito doloridos, quentes e acompanhados de vermelhidão e que podem aparecer em qualquer área da mama.

Como evitar e como tratar?

Devem ser adotadas medidas que favoreçam o esvaziamento completo das mamas, ou seja, as mesmas medidas descritas no item "Como evitar e tratar o empedramento (ingurgitamento)? Essas medidas devem ser adotadas o quanto antes, para que o processo não evolua para uma mastite.


Mastite

A mastite acontece quando o peito se inflama ou infecciona. Geralmente, a mastite inicia-se na segunda ou terceira semana após o parto, mas pode sugerir em qualquer período da amamentação.

Quais as principais causas da mastite?

Qualquer fator que dificulte a saída do leite predispõe ao aparecimento da mastite, como ferimento no mamilo, bloqueio de ductos, produção excessiva de leite, pega inadequada, sucção ineficiente, esvaziamento incompleto da mama, restrição da frequência e duração das mamadas, estabelecimento de horários regulares para as mamadas e longos períodos de sono do bebê, além do uso de chupetas e mamadeiras, afastamentos temporários entre mãe e filho, cansaço (fadiga) da mãe, uso de sutiã apertados, entre outros.

Quais os sintomas da mastite?

A mastite pode se localizar em apenas um lado ou em vários pontos da mama.

A mama fica avermelhada, quente, inchada (edemaciada) e dolorida. A mãe pode ter febre e sintomas semelhantes aos observados na gripe, acompanhados, algumas vezes, de náuseas e vômitos.


Como tratar a mastite?
  • Dar de mamar mais vezes para o bebê. Manter a amamentação com esvaziamento adequado das mamas. 
  • Retirar o excesso de leite manualmente ou com a ajuda de bombas. 
  • Consultar seu médico para que ele lhe receite analgésico e, se necessário, antibiótico. 
  • Fazer repouso. 
  • Usar sutiãs com alças firmes e largas, mas que não sejam apertados e provoquem dor. 
  • Ingerir bastante líquido 
  • Adotar medidas que facilitem a drenagem do leite, como a ordenha precedida de movimentos da mamas (sacudidelas) e delicadas massagens circulares na mama. 


Até a próxima !!!








Beijos mil ....
Dra. Josie Rumualdo.




quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Semana Mundial da Amamentação - Problemas nas mamas - I




Alguns Problemas enfrentados pelas mães durante o aleitamento materno, como dor no bico do peito (mamilo), empedramento do leite e inflamação na mama, se forem identificados precocemente e tratados, apresentam boa evolução. No entanto, o mais importante é evitá-los.

Por que esses problemas nas mamas acontecem?
A maioria dos problemas comumente relacionados à amamentação tem sua origem em condições que levam a um esvaziamento incompleto da mama. Assim, a pega (modo como o bebê abocanha o peito) e o posicionamento inadequados, as mamadas poucos frequentes, com duração e horários fixos, o uso de chupetas e a ingestão de outros alimentos (água, chás, leites, etc.) pelo bebê são exemplos de fatores que podem favorecer o aparecimento dessas complicações e devem ser evitados.

Dor e traumas no bico do peito
Muitas mães que amamentam sentem dor no bico do peito na primeira semana após o parto. Essa dor geralmente não persiste por mais de uma semana e é decorrente da sucção não-efetiva do peito pelo bebê. A dor é considerada normal, desde que não seja intensa e não existam ferimentos no bico.

Rachadura (fissura ou escoriação) no bico do peito
A rachadura é um ferimento que pode ocorrer na base (fissura) ou na ponta do bico do peito (escoriação) e provocar dor e desconforto para amamentar.

Por que o bico do peito racha?
O bico do peito pode rachar por vários motivos:
  • Atrito da língua do bebê com o bico. Ao sugar, a língua do bebê que deveria estar abaixo do bico fica de frente e sua ponta esfrega (atrita) na ponta do bico, provocando escoriação. 
  • O bico pressionado pelas gengivas do bebê provoca fissura. O bebê prende o bico do peito com as gengivas, ferindo sua base, por não conseguir abocanhar todo o bico e boa parte da aréola, como seria ideal. Isso ocorre porque a boca do bebê não está bem aberta ou a aréola está muito cheia de leite, impedindo que ele abocanhe corretamente a mama. 
  • Uso impróprio de bombas de extração de leite (elétricas ou manuais). 
  • Tração brusca na interrupção da mamada, enquanto ele ainda estiver mamando. 
  • Uso de cremes, óleos ou loções. Esses produtos podem provocar reações alérgicas no bico. 
  • Uso de absorventes úmidos, intermediários (protetores do mamilo de silicone) e conchas fechadas. É melhor cortar uma fralda tradicional em quatro, dobrá-las e usar entre o sutiã e o peito e trocá-la sempre que estiver úmida. A umidade pode favorecer p crescimento de fungos e contaminar o peito. 
  • Limpeza excessiva da mama e bico com sabão. 
Como evitar as rachaduras?
As medidas mais importantes para evitar as rachaduras são a pega e o posicionamento corretos do bebê durante a amamentação.
Manter os mamilos sempre secos, trocando com frequência os forros absorvente usados e o sutiã, quando houver vazamento de leite;
Evitar o uso de protetores de silicone do mamilo (intermediários), pois o bebê pode confundir os bicos e não querer mais mamar e quando não limpos, podem contaminar o bebê;
Quando a mama estiver tensa ou muit cheia, retirar um pouco do leite antes de cada mamada, para que a aréola fique mais macia e o bebê consiga abocanhar o peito com mais facilidade;
Para interrromper a mamada, colocar o seu dedo mínimo no canto da boca do bebê, entre as gengivas, para que ele solte o peito, sem machucá-lo.
Retirar o leite do peito preferencialmente por extração manual, pois oferece menor risco de contaminação e não provoca rachaduras, além de ser um método econômico e prático.

Como tratar as rachaduras?
  • Caso a mama já esteja ferida, além das medidas de prevenção citadas, recomendamos:
  • Extrair o leite do mamilo e região areolar para propiciar uma boa pega, evitando a fricção e pressão nos locais feridos; 
  • Iniciar a mamada pela mama menos afetada, para que o reflexo de ejeção já ativado facilite a descida do leite na outra mama (contralateral); 
  • Amamentar em diferentes posições para reduzir as pressões nos pontos doloridos; 
  • Evitar o contato do bico do peito com a roupa. Uma alternativa é o uso de um pequeno coador (peneira) de plástico, sem o cabo, entre a aréola e o sutiã. Outra opção são os protetores de bico (conchas) com perfurações para ventilação. Entretanto, deve-se avaliar a possibilidade desse material machucar o peito, se for muito duro; 
  • Passar o próprio leite nos bicos após as mamadas e deixar secar ao ar livre. O leite humano ajuda na cicatrização. 
  • Em caso de dor intensa, tomar medicamento contra dor, indicado pelo seu médico. 


Até a próxima !!!!



Beijos mil ...
Dra. Josie Rumualdo








terça-feira, 3 de agosto de 2010

Semana Mundial da Amamentação - Posições para amamentar



O momento da mamada é único e merece uma preparação toda especial. Existem algumas técnicas que ajudam a mamãe a achar a posição correta para acomodar o bebê e facilitar a pega.

Temos posições mais comuns e a ideal é aquela onde ambos ficam confortáveis, com o bebê alinhado ao corpo da mãe.

Posição tradicional 
É a sentada, onde o bebê fica de frente pra mãe, barriga com barriga, e quanto mais colados estiverem, mais fácil é a amamentação.
Mamãe sentada com as costas bem apoiadas no encosto da cadeira (corpo ligeiramente inclinado para frente), confortável e relaxada;
Ela ainda pode cruzar as pernas ou usar travesseiros sobre suas coxas, ou, ainda, usar um banquinho para apoiar o pé e levantar a perna do lado que está amamentando (mas não elevar demais os joelhos), para facilitar a posição do bebê, permitindo, assim, que a boca do bebê fique no mesmo plano da aréola. O bebê fica "aconchegado"`a sua mãe. Pega o peito (mamilo e aréola) aproveitando o reflexo de busca. A cabeça fica livre no meio do braço da mãe. E o ombro do bebê descansa na curva do cotovelo da mãe. O braço da mãe apoia as costas do bebê e sua mão, as nádegas do bebê (se o bebê é muito pequeno ou recém-nascido).



Posição sentada cruzada (no outro seio)
 A mãe apoia o bebê em seu corpo, barriga com barriga, se precisar, coloque um travesseiro no seu colo, pra facilitar. Segure o seio com a mão do mesmo lado, segure o bebê com a outra mão e o braço. Segure o bebê pelo ombro e costas, não pela cabecinha.



Posição sentada inversa
A  mãe deve segurar o bebê como se fosse uma bola de futebol americano, colocando o corpinho debaixo de sua axila, com a barriga apoiada nas suas costelas. A mãe apoia o corpo do bebê com o braço e a cabeça com a mão.Essa posição facilita o bebê a pegar uma boa parte da aréola.
Mãe sentada;
O bebê fica entre o braço e o lado externo do corpo da mãe;
Os pés do bebê apontam para as costas da mãe, a barriga d encontro ao corpo da mãe e a boca voltada para o mamilo;
A mão da mãe em "C"apóia o pescoço do bebê;
A mão livre da mãe apresenta a mama para o bebê.
Evitar dobrar a cabeça do bebê para aproximá-la do peito;
Esta posição é boa nas seguintes situações: recém-nascido muito pequeno, mama grande e o bebê não consegue abocanhá-la; mamãe cesareada; e mamas doloridas.




Posição deitada
 Algumas mães, especialmente as que se submetem à cesariana, optam por amamentar os filhos deitadas, onde o bebê fica de frente para a mãe, barriga com barriga.

Deve-se deitar de lado, com as pernas um pouco dobradas, "encolhidas", apoiando sua cabeça e costas em travesseiros para ficar mais à vontade. Pode estar também, recostada na cama;
Com um braço, a mãe apóia o pescoço e o tronco do bebê, ajudando a aproximar o corpo do bebê ao seu corpo,e com a outra mão aproxima a boca do bebê do bico do peito. Ele próprio vai procurar o bico.




Posição bebê de cavaleiro

Mãe sentada e bem recostada, com as pernas cruzadas, se necessário;
Bebê sentado com as pernas abertas a cavaleiro na coxa da mãe;
Com a mão em "C", mãe apoia o pescoço do bebê;
Com a outra mão oferece o peito;
Esta posição é boa para mamas grandes, doloridas e bicos rachados, criança hipotônicas ("molinhas"), criança com lábio leporino ou fenda palatina.







Amamentação de Gêmeos

A maioria das mulheres têm leite suficiente para alimentar gêmeos. As dificuldades surgem porque é difícil cuidar de duas crianças simultaneamente. Diversas posições podem ser tentadas para encontrar a forma mais confortável par a mãe e os bebês.






Não podemos nos esquecer dos cuidados com a postura da mamãe, para que ela não tenha dores nas costas, mamilos fissurados e dolorosos, mamas regurgitadas (muito cheia e dolorosa), má produção de leite.


Posicionamento da mamãe

As costas estão retas e apoiadas, não se incline para a frente para levar o seio até o bebê;
Os pés estão apoiados (no chão, num banco pequeno ou em vários livros empilhados);
Usar almofadas para apoiar os braços deixando o bebê na altura ideal;
Colocar travesseiro embaixo do bebê para apoiá-lo melhor.






Até a próxima !!!






Beijos mil ...
Dra Josie Aniz

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Semana Mundial da Amamentação - Nutrição da Nutriz


Não é apenas na gestação que uma boa alimentação é imprescindível para as mamães. Durante a amamentação, o que se come deve ser balanceado e saudável, já que as substâncias dos alimentos podem passar para o bebê através do leite. "Os alimentos ingeridos pela mãe são digeridos, passam pela corrente sanguínea e tudo o que está dentro do corpo da mãe é passado para o leite", explica a Dra. Lélia Cardamone Gôvea, membro do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SP). Ela também conta que essa condição varia muito de mãe para mãe e de bebê para bebê. "As mulheres que possuem uma boa digestão provavelmente não sofrerão com influência do que comem no leite materno", explica.


Melhor não

Não há uma regra para o que a mamãe pode ou não comer. Alguns alimentos são mais suscetíveis a causar distúrbios gástricos, mal-estar e processos infecciosos. "É importante que elas evitem alimentos muito condimentados e enlatados, com pimenta e à base de carne de porco", recomenda a Dra ângela Maggio da Fonseca, professora associada do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da faculdade de MEdicina da USP (FMUSP).

Massas, frituras, doces, leite condensado e cervejas escuras não contribuem em nada para a produção do leite, além de só engordarem. Já a Dra Ceci Carvalho Lopes, assistente da Clínica de Ginecologia do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP, prefere que as mamães não consumam bebidas alcóolicas nem chocolate durante o aleitamento, já que isso pode deixar a criança irritadiça. "Alguns nenéns desenvolvem certas alergias devido ao que a mãe come, por isso, é importante uma alimentação saudável", explica Lopes. Os Refrigerantes devem ser ingeridos com menos frequência, pois podem ser um dos causadores das terríveis cólicas de seu bebê.

Há também a possibilidade de alguns alimentos aromatizarem o leite e, com isso, não agradar à criança. Uma importante recomendação é em relação aos medicamentos. Todo e qualquer medicamento ingerido enquanto a mamãe amamenta pode conter substâncias desnecessárias e prejudiciais. Antes de tomar qualquer remédio, é necessário consultar um médico, mesmo que seja para um simples comprimido para dor de cabeça.


Melhor sim
O leite é composto basicamente de água, proteína e gordura. E, para produzí-lo, a mãe precisa estar sempre bem hidratada, fazendo uma dieta equilibrada. "Chás, água, leite e iogurtes são essenciais para a mãe sempre ter leite, de preferência, desnatado". recomenda a Dra Michelle Rasmussen Martins, nutricionista da Divisão de Nutrição e Dietética do Instituto Central do HC da FMUSP.

A hidratação não precisa vir necessariamente da água - sucos naturais são também muito bem vindos. "Muitas mulheres acreditam que não devem comer alho e alimentos fermentativos, como repolho, brocólis e couve. Nada disso prejudica a produção do leite ou o bebê, muito pelo contrário, eles são nutritivos e devem ser consumidos. A alimentação saudável é essencial para garantir a saúde da mãe e a do nenén", explica Martins.




Até a próxima !!!





Beijos mil....
Josie Aniz









domingo, 1 de agosto de 2010

Dia Internacional da Amamentação





Olá meninas,

Hoje é o dia internacional da amamentação, e quero deixar registrado a importância e os benefícios que este ato de amor proporciona aos bebês e as mamães.

Postarei alguns trechos do livro "Filhos - da gravidez aos 2 anos de idade"


Vantagens do aleitamento

Quais as principais vantagens do leite materno?
O leite materno é completo. Ele contém aproximadamente 250 substâncias bioativas e possui vitaminas, proteínas, açúcares, gorduras e água. É um alimento pronto para servir a qualquer hora e adaptado para suprir as necessidades nutricionais e calóricas do seu filho.

As vantagens da amamentação ao peito vão muito além da nutrição física, ela ajuda também na construção emocional do bebê e traz diversas vantagens para a mãe e toda família.

Além de ser fundamental para a saúde física e emocional do bebê, a amamentação ao peito traz benefícios para a mãe a curto, médio e longo prazo, vejamos alguns.

Vantagens para a mamãe a curto prazo

Quando o bebê mama, um hormônio chamado ocitocina ocasiona a descida do leite e faz o útero se contrair (por isso sentimos uma pequena cólica quando estamos amamentando). Por esse motivo, a amamentação logo após o nascimento faz o útero da mãe voltar ao tamanho anterior mais rapidamente e reduz o sangramento pós-parto, ajudando a prevenir a anemia. Dessa forma, a mãe recupera-se do parto melhor e mais rapidamente.

Os bebês amamentados imediatamente após o parto choram menos, o que deixa as mães menos ansiosa. Além disso, a amamentação logo após o nascimento ajuda a prevenir a depressão pós-parto.

Vantagens para a mamãe a médio prazo
Quanto mais a mãe amamentar o seu bebê, mais rapidamente pode perder o peso que acumulou durante a gravidez. Embora no nascimento, a mãe já perca o peso de seu filho, placenta, sangue e líquidos, geralmente não perde todo o peso que ganhou.

A amamentação também previne a anemia pelo fato de a mãe não menstruar por mais tempo e pode ajudar a adiar uma nova gravidez.

Vantagens para a mamãe a longo prazo

A longo prazo, a amamentação diminui o risco de a mãe ter câncer de mama, de endométrio e de ovário, assim como o risco de osteoporose depois da menopausa, o que pode ocasionar fraturas, especialmente do fêmur. Quanto mais tempo a mãe amamentar, maior será a proteção contra o câncer!




Até a próxima !!!


Beijos mil ....
Josie Aniz.